Estado alcança 1º lugar regional e 7ª posição nacional em ecossistemas de impacto
A Paraíba conquistou a primeira colocação no Nordeste e a sétima posição no ranking nacional do Índice de Ecossistemas de Impacto (INDEI) 2026, divulgado na última sexta-feira (6/03). O estudo avalia a capacidade dos estados brasileiros de sustentar o desenvolvimento de longo prazo, cruzando dados de três eixos fundamentais: econômico-empresarial, sociocultural e ambiental.
No campo econômico, o índice considera fatores como conectividade entre empresas, agilidade de negócios, infraestrutura logística e inovação. Já o eixo sociocultural analisa capital social, coesão comunitária, educação, saúde e qualidade de vida, incluindo cultura e lazer. O eixo ambiental, por sua vez, mede resiliência urbana, gestão de recursos naturais, saneamento e transição para energias limpas.
Segundo o secretário de Planejamento, Orçamento e Gestão, Gilmar Martins, os resultados confirmam a posição da Paraíba como estado mais competitivo do Nordeste, líder em liberdade econômica na região e quinto melhor do Brasil, de acordo com o Índice Mackenzie de Liberdade Econômica Estadual (IMLEE) 2025. Ele também destacou que o estado foi avaliado com rating brAAA pela agência internacional S&P Global Ratings em 2024 e 2025, além de ter sido apontado pelo IPS Brasil 2025 como o de melhor qualidade de vida do Norte e Nordeste.
Para Martins, os avanços refletem uma gestão baseada em dados e evidências, investimentos em infraestrutura, segurança jurídica e disciplina fiscal. “Não há segredos. O planejamento criterioso e a boa gestão permitiram criar um ambiente favorável aos negócios e melhorar a vida das pessoas”, afirmou.
A metodologia do INDEI funciona como diagnóstico para identificar quais estados possuem bases sólidas e equilibradas para gerar impacto socioambiental positivo. O relatório também aponta oportunidades para que governos e setor privado criem mecanismos de financiamento capazes de aproveitar a maturidade das redes locais. No caso do Nordeste, os dados indicam que a região pode liderar a transição para modelos econômicos que priorizem o bem-estar humano e valorizem a cultura como ativo estratégico. (Texto: redação Click100 / Imagem de capa: Freepik)
