A Diretoria Colegiada da Sudene acatou pedido de incentivos fiscais de 32 empresas localizadas em sete estados do Nordeste, além de Minas Gerais e Espírito Santo. Os empreendimentos, que passam a ter direito a Redução de 75% e Adicionais não Restituíveis (23) ou ao Reinvestimento de 30% do IRPJ (9), investiram R$ 374,16 milhões na Região e são responsáveis pela manutenção de 8.678 empregos diretos e indiretos, dos quais 683 estão vinculados a novos postos de trabalho. “Os incentivos fiscais têm desempenhado importante papel na diversificação da economia regional, contribuindo para o aumento na oferta de empregos formais e para a redução das desigualdades regionais e intrarregionais”, destaca Heitor Freire, diretor da Sudene. Os pleitos foram distribuídos pelos estados da Bahia (10), Pernambuco (7), Ceará (5), Piauí (3), Espírito Santo (3), Paraíba (1), Rio Grande do Norte (1), Alagoas (1) e Minas Gerais (1). Segundo o coordenador-geral de Incentivos e Benefícios Fiscais e Financeiros da Sudene, Sílvio Carlos do Amaral e Silva, são nove pleitos de Reinvestimento, 10 de implantação de novos empreendimentos, dois de diversificação e 11 de modernização. O projeto com maior volume de recursos investidos é o da Epesa – Centrais Elétricas de Pernambuco S.A, que destinou R$ 91,0 milhões na geração de energia elétrica e térmica em sua unidade instalada em Igarassu (PE). Outro destaque foi a Origem Energia Alagoas S.A, instalada no município de Pilar, que atua no mercado de petróleo, gás natural e biocombustíveis. O investimento feito pela empresa é da ordem de R$ 68,83 milhões. Já a Gradkin Alimentos S.A., localizada em Feira de Santana (BA), também se sobressai, com R$ 45 milhões aplicados em seu empreendimento. No total, as empresas investiram R$ 141,39 milhões em Pernambuco, vindo na sequência os estados da Bahia (R$ 80,55 milhões), Alagoas (R$ 68,83 milhões), Piauí (R$ 46,30 milhões), Ceará (R$ 16,12 milhões), Paraíba (R$ 9,39 milhões), Espírito Santo (R$ 7,05 milhões), Minas Gerais (R$ 5 milhões) e Rio Grande do Norte (R$ 1,61 milhão). O superintendente da Sudene, Danilo Cabral, destacou que “por meio dos incentivos fiscais, a Superintendência vem gerando, cada vez mais, oportunidades para a Região, com um importante apoio para o setor produtivo”. (Fonte: Ascom Sudene / Foto: Epesa divulgação)
Consignado CLT: saiba os cuidados na hora de contratar um empréstimo
Com a nova modalidade de crédito consignado criada pelo Governo Federal, voltada para trabalhadores da iniciativa privada com carteira assinada, entidades de defesa do consumidor alertam para os cuidados a serem tomados antes de contratar o empréstimo. O crédito terá como garantia recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) com algumas regras que devem ser observadas com muita cautela pelos consumidores. Uma delas é o comprometimento de até 35% do salário para o pagamento das parcelas e a garantia do crédito até 10% do FGTS ou 100% da multa rescisória, caso o trabalhador seja demitido sem justa causa. “Esta retenção de parte do FGTS como garantia para um empréstimo mais barato deve ser bastante planejada pelo consumidor para que não se torne uma dificuldade, já que para os trabalhadores da iniciativa privada o FGTS representa uma reserva financeira estratégica”, alerta o diretor-executivo do Procon de São Paulo, Luiz Orsatti Filho. Para ele, é preciso que o interessado compreenda muito bem as regras e avalie a real necessidade do empréstimo, analisando se a contratação não irá comprometer o orçamento e gerar uma situação de endividamento. Taxa de juros O Procon-SP alerta ainda para o fato de que a taxa máxima de juros deve incluir todos os custos da operação. “Não é permitida qualquer outra cobrança como tarifa, sob qualquer justificativa. É proibido estipular prazo de carência para o início do pagamento das parcelas. Ao receber o empréstimo, o beneficiário não poderá começar a pagar meses depois”, explica o Procon-SP. Antes da assinatura do contrato, é preciso estar atento ao valor total contratado com e sem juros, a taxa mensal e anual de juros, o valor, número e periodicidade das prestações, a data do início e fim dos descontos e o custo efetivo total. Todas essas informações devem ser fornecidas pelos bancos e financeiras. O consumidor deve se lembrar ainda de que as parcelas do empréstimo serão descontadas diretamente da folha de pagamento pelo eSocial, sistema público que unifica de forma obrigatória informações trabalhistas, previdenciárias e fiscais dos empregadores e empregados de todo o país. A nova modalidade de empréstimo consignado não pode ser contratada por telefone, só pelos canais oficiais das instituições financeiras, após proposta recebida no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS Digital). Para a advogada especialista em Direito do Consumidor, Renata Abalem, o ideal é não fazer dívidas, portanto, o melhor é analisar muito bem a necessidade de contrair o consignado. “Se for para pegar esse dinheiro, que seja para comprar um bem durável. Se o objetivo for o de pagar uma outra dívida, que esse pagamento seja bem alinhavado para não ser ainda um prejuízo maior, porque uma dívida é um pacto de obrigatoriedade”, finaliza. (Fonte: Agência Brasil / Imagem: Pixabay)
Transposição: ANA apresenta novo valor que será cobrado para adução de água bruta na Paraíba em 2025
A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) publicou no Diário Oficial da União da quarta-feira, 9 de abril, a Resolução nº 248/2025, que aprova as tarifas para a prestação do serviço de adução (transporte) de água bruta para este ano do Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF), também conhecido como “transposição do São Francisco”. As tarifas deverão ser pagas pelos estados receptores das águas do Velho Chico – Ceará, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. Vigentes até 31 de dezembro de 2025. as tarifas serão aplicadas aos estados que recebem águas do PISF pelo Eixo Leste (Paraíba e Pernambuco), assim como os estados do Eixo Norte (Pernambuco, Paraíba, Ceará e Rio Grande do Norte). O custo total previsto para prover os serviços de adução de água bruta da transposição neste ano será de até R$ 308,6 milhões. A composição e forma de rateio seguem o estabelecido pelo Decreto nº 5.995/2006 e nos contratos de prestação de serviço de adução de água bruta pactuados entre a União, por meio do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), e os estados receptores. Em relação aos valores a serem cobrados, os contratos de prestação de serviço de adução de água bruta, assinados em janeiro deste ano, contêm cláusula comum estabelecendo que o pagamento pelo serviço se dará de forma escalonada, cabendo aos estados o pagamento de 5% da receita requerida total no primeiro ano, ou seja, em 2025. Devido às especificidades e condicionantes, para os casos específicos de Pernambuco e Ceará, o rateio da parcela fixa do custo ocorreu de forma proporcional ao volume anual equivalente à vazão mínima contínua estabelecida no Plano de Gestão Anual (PGA) ou ao volume entregue, o que for maior. Para o Rio Grande do Norte, essa condicionante será aplicada após a entrega de 300 milhões de metros cúbicos de água, limitada ao período de três anos. Nesse sentido, considerando o escalonamento e as condicionantes, do total de R$ 308,6 milhões de custo total da operação, a União arcará com o montante de R$ 300 milhões, o Ceará com R$ 50 mil, a Paraíba com R$ 4,7 milhões e o Pernambuco com R$ 3,8 milhões. Não há previsão de pagamento em 2025 pelo estado do Rio Grande do Norte. O valor definido para que o MIDR, operadora federal do PISF, possa cobrar dos estados receptores equivale a R$ 0,357 por metro cúbico, para a tarifa de disponibilidade da água do empreendimento, e a R$ 0,273/m³, para a tarifa de consumo da água. Cada metro cúbico equivale a 1000 litros ou 1 caixa d’água residencial. O escalonamento (5% para 2025) deverá ser aplicado sobre os valores acima para cálculo da cobrança efetiva, conforme a Resolução ANA nº 248/2025, observando os demais dispositivos pertinentes nos respectivos contratos de prestação do serviço de adução de água bruta com cada estado receptor. A tarifa de consumo é cobrada proporcionalmente ao volume de água fornecido às operadoras estaduais nos pontos de entrega. O valor visa a cobrir os custos variáveis do empreendimento, como a energia elétrica utilizada para o bombeamento da água do rio São Francisco. Já tarifa de disponibilidade de água se refere à cobrança do MIDR junto às operadoras estaduais para cobrir a parcela fixa dos custos decorrentes da operação do PISF, como manutenção da infraestrutura, cobrança pelo uso de recursos hídricos da bacia do rio São Francisco e gastos fixos com energia elétrica, que serão cobrados independente do bombeamento de água. De acordo com a Lei nº 12.058/2009, cabe à ANA regular e fiscalizar a prestação do serviço de adução de água bruta em corpos d’água de domínio da União, ou seja, aqueles que passam pelo Brasil e países vizinhos ou os que passam por mais de uma unidade da Federação, como é o caso do rio São Francisco. O PISF O objetivo do PISF é levar água do rio São Francisco a 12 milhões de pessoas em 390 municípios no Ceará, na Paraíba, em Pernambuco e no Rio Grande do Norte, estados historicamente vulneráveis à seca. O Projeto também visa a beneficiar 294 comunidades rurais às margens dos canais. O empreendimento abrange a construção de 13 aquedutos, nove estações de bombeamento, 28 reservatórios, quatro túneis, nove subestações de energia elétrica em alta tensão e 270 quilômetros de linhas de transmissão. O Eixo Leste passa por Pernambuco e Paraíba, enquanto o Eixo Norte pode atender municípios de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte. No Eixo Norte, as obras do Projeto de Integração do Rio São Francisco passam pelos seguintes municípios: Cabrobó, Salgueiro, Terra Nova e Verdejante, em Pernambuco; Penaforte, Jati, Brejo Santo, Mauriti e Barro, no Ceará; São José de Piranhas, Monte Horebe e Cajazeiras, na Paraíba. Já no Eixo Leste, o empreendimento atravessa os municípios pernambucanos de Floresta, Custódia, Betânia e Sertânia; e a cidade paraibana de Monteiro. (Fonte e foto: Ascom ANA | Raylton Alves)
Paraíba registra menor média de empréstimo do país no programa Crédito do Trabalhador
A Paraíba registra a menor média de empréstimo do país, com R$ 5.248,02 por trabalhador, beneficiando 7.226 pessoas e totalizando R$ 38 milhões em crédito. Já o Amapá apresenta o menor número de contratos firmados, com 2.328 e um montante de R$ 14,3 milhões liberados. Os dados são referentes ao novo programa de empréstimo consignado lançado no último mês de março pelo Governo Federal. Já os Estados de São Paulo e Rio de Janeiro lideram a adesão ao novo consignado do Crédito do Trabalhador, disponível por meio da Carteira de Trabalho Digital. Juntos, as duas unidades federativas já contrataram R$ 1,1 bilhão, representando uma parcela significativa dos R$ 3,3 bilhões liberados até as 11h da quarta-feira (03/04). As regiões Sudeste e Nordeste concentram o maior volume de recursos, totalizando R$ 2 bilhões em empréstimos concedidos. São Paulo lidera as liberações do Crédito do Trabalhador, com 131.306 trabalhadores beneficiados e um total de R$ 848,7 milhões concedidos, resultando em um valor médio de empréstimo de R$ 6.446,90. No Rio de Janeiro, 51.124 trabalhadores contrataram o consignado, totalizando R$ 270,2 milhões em crédito, com um valor médio de R$ 5.268,74 e parcela média de R$ 320,07. Desde sexta-feira (21/3) até as 11h desta quinta-feira (3/4), foram firmados 523.743 contratos, beneficiando 531.006 trabalhadores e somando R$ 3,3 bilhões em empréstimos concedidos. O Distrito Federal se destaca com a maior média de empréstimos do país, ultrapassando a média nacional de R$ 6.209,65. Na capital, cada contrato atinge, em média, R$ 9.809,75, totalizando R$ 112,4 milhões em crédito para 11.423 trabalhadores. Em seguida, Mato Grosso registra uma média de R$ 7.477,51 por empréstimo, com um volume total de R$ 74,2 milhões liberados. Mais de R$ 3,3 bilhões liberados – Desde sexta-feira (21/3) até as 11h desta quinta-feira (3/4), foram concedidos R$ 3,3 bilhões em empréstimos consignados para trabalhadores com carteira assinada. No total, 532.743 contratos foram firmados, com um valor médio de R$ 6.209,65 por trabalhador. As parcelas médias ficaram em R$ 350,46, com prazo médio de 18 meses. Atualmente, o Brasil conta com mais de 47 milhões de trabalhadores assalariados com carteira assinada, e 68 milhões possuem a Carteira de Trabalho Digital. A expectativa é que, em 4 anos, 25 milhões de pessoas sejam incluídas no consignado privado, com taxas de juros mais vantajosas, e substituir uma dívida mais cara por um crédito mais barato. “O Crédito do Trabalhador traz uma nova cultura de crédito e a cada dia tem se consolidado com sucesso, com novos bancos entrando, oferecendo taxas de juros mais baixas, e reduzindo dívidas dos trabalhadores”, ressalta o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho. Porém, os trabalhadores precisam ter calma, e esperar pelas 24 horas para receber todas as propostas dos bancos, buscando a mais vantajosa. A partir de 25 de abril, todas as instituições financeiras poderão oferecer essa linha de crédito por meio de suas plataformas digitais. Porém, através da Carteira de Trabalho Digital, o trabalhador pode receber várias propostas e comparar a melhor. Confira aqui os dados atualizados por estado até as 11h de 3 de abril. Crédito do Trabalhador – A modalidade atende empregados domésticos, trabalhadores rurais e funcionários de microempreendedores individuais (MEI), desde que não possuam outro empréstimo consignado vinculado ao mesmo vínculo empregatício. O trabalhador pode fazer apenas um empréstimo por vínculo de trabalho. Tem como finalidade oferecer uma alternativa de empréstimo consignado para trabalhadores com carteira assinada, permitindo o acesso a crédito com taxas mais baixas e condições mais vantajosas. A modalidade utiliza como garantia até 10% do saldo do FGTS e/ou até 100% da multa rescisória, mas também pode ser contratada sem garantia. Além disso, busca possibilitar a substituição de dívidas mais caras por opções de crédito mais acessíveis, promovendo inclusão financeira e maior segurança econômica para os trabalhadores. Também possibilita a redução do endividamento. Para obter o crédito, as instituições financeiras consideram fatores como tempo de trabalho, salário e as garantias oferecidas pelo trabalhador na solicitação do empréstimo. Com base nesses critérios, os bancos avaliam o risco e definem a liberação do crédito. Além disso, o valor das parcelas não pode ultrapassar 35% da renda mensal do trabalhador. Se o trabalhador decidir cancelar o empréstimo, terá um prazo de sete dias corridos, a partir do recebimento do crédito, para devolver o valor integral à instituição financeira. Além disso, a partir de 25 de abril, será possível transferir um empréstimo com juros mais altos para outro com taxas mais baixas. Caso tenha contratado o Crédito do Trabalhador e posteriormente encontre uma oferta mais vantajosa em outra instituição, poderá migrar para a nova condição. (Fonte: Ascom MTE / Imagem: Ascom MDS)
Movimentação recorde faz Porto de Cabedelo se consolidar como pilar estratégico do NE, diz MPA
O Porto de Cabedelo, localizado na Grande João Pessoa, alcançou, em março, a marca de 172 mil toneladas de cargas movimentadas, com destaque para a importação de petcoke e combustíveis. O resultado confirma o crescimento contínuo do terminal, que se consolida como um pilar estratégico para a economia regional. Em 2025, o porto já ultrapassou 285 mil toneladas movimentadas, reafirmando sua importância para o comércio internacional. Esse avanço é acompanhado de um amplo processo de modernização, incluindo a construção de um novo pátio de contêineres, melhorias em drenagem e pavimentação e a expansão da capacidade operacional. As obras visam tornar o terminal ainda mais eficiente e competitivo no cenário global. O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, destacou a relevância desses números para a infraestrutura brasileira: “Esse recorde é um reflexo dos investimentos do nosso governo no fortalecimento dos nossos portos, tão importantes para o comércio e para a geração de emprego e renda para a população”, afirmou o ministro. Responsabilidade Social Importante destacar ainda que além dos avanços estruturais, o Porto de Cabedelo investe em ações sociais que beneficiam diretamente a comunidade. O Programa Porto Cidade promove a saúde e o bem-estar da população de Cabedelo, oferecendo consultas médicas e exames laboratoriais gratuitos. O terminal também conta com o Truck Center, uma estrutura moderna para organizar o fluxo logístico, com capacidade para abrigar 700 caminhões e facilitar o escoamento de cargas. O centro de apoio logístico recebeu R$ 16 milhões em investimentos, resultado de uma parceria entre o Ministério de Portos e Aeroportos, o Governo da Paraíba e a Companhia Docas-PB. (Fonte e foto: Ascom MPA)
Procon-JP registra diferença de até R$ 83 no preço do ovo de Páscoa em pesquisa em supermercados
O consumidor que vai presentear com chocolates durante a Semana Santa deve consultar a pesquisa da Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor para preços de ovos de Páscoa, cuja diferença pode chegar a R$ 80,00, a exemplo do Ferrero Rocher 365g, que oscila entre R$ 119,90 (Pão de Açúcar – Epitácio Pessoa) e R$ 202,90 (Rede Compras – Aeroclube), também a maior variação: 69,22%. Confira aqui a tabela de preços. O levantamento do Procon-JP foi realizado em 17 supermercados de João Pessoa no último dia 31 de março e traz preços de 44 tipos de chocolate. Outras duas variações bem significativas foram encontradas no pacote de um quilo do bombom Serenata de Amor Garoto, 62,52%, que está com preços entre R$ 39,99 (Carrefour – Bancários) e R$ 64,99 (Rede Compras – Aeroclube), diferença de R$ 25,00; e no pacote de um quilo do bombom Ouro Branco Lacta, 48,09%, que está com preços entre R$ 51,99 (Bemais Bancários) e R$ 76,99 (Rede Compras – Aeroclube), diferença de R$ 25,00. Mais diferenças – O levantamento registra, ainda, outras duas grandes diferenças: no ovo de Páscoa Ferreiro Rocher 225g, R$ 68,85, que está com preços entre R$ 100,05 (Mateus – Altiplano) e R$ 168,90 (Rede Compras – Aeroclube), variação de 68,82%; e no ovo de Páscoa Favoritos Lacta 560g, R$ 28,00, que oscila entre R$ 94,99 (Atacadão – Água Fria) e R$ 122,99 (Rede Compras – Aeroclube), variação de 29,48% Os supermercados – O levantamento de preços foi realizado nos seguintes estabelecimentos: Varejão e Varejão do Preço (Varjão); Menor Preço (Bairro dos Estados); Assaí e Pão de Açúcar (Epitácio Pessoa); Manaíra (Manaíra); Bemais e Carrefour (Bancários); Assis (Mangabeira VIII/Cidade Verde); O Cestão e Super Box Brasil (Geisel); Mateus (Altiplano); Latorre (Torre); Rede Compras (Aeroclube); Atacadão e SuperFácil Atacado (Água Fria); e Aquarius (Jaguaribe). Consulte a pesquisa completa clicando aqui ou acessando os portais da Prefeitura de João Pessoa www.joaopessoa.pb.gov.br e do Procon-JP www.proconjoaopessoa.pb.gov.br (Fonte: Secom JP / Imagem de KamranAydinov no Freepik)
ICMS 20%: aumento na ‘Taxa da blusinha’ vale a partir desta terça na Paraíba e em mais nove Estados
Quem compra em e-commerces como Shopee, Shein e AliExpress vai começar a pagar mais impostos a partir da próxima terça-feira, dia 1º de abril. O Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) cobrado sobre os produtos importados on-line vai subir para 20% em dez Estados. Além disso, já há a chamada “taxa da blusinha”, cobrança sobre compras internacionais com valor até US$ 50 — o que é válido em todo o país, já que é um imposto federal. Os Estados e o Distrito Federal fecharam, no ano passado, um acordo que permitiu subir a alíquota sobre remessas importadas de até US$ 3.000 de 17% para 20%. O objetivo, de acordo com o Comitê Nacional de Secretarias de Estado da Fazenda (Comsefaz), é “garantir a isonomia competitiva entre produtos importados e nacionais, promovendo o consumo de bens produzidos no Brasil”, de acordo com nota divulgada em dezembro. Com isso, dizem os Estados em nota, a ideia é “estimular o fortalecimento do setor produtivo interno e ampliar a geração de empregos, em um contexto de concorrência crescente com plataformas de comércio eletrônico transfronteiriço”. Isso, porém, não foi automático. Em Estados em que o teto do ICMS geral é de menos de 20%, isso dependia de aprovação de um decreto do governador ou de lei local. Dessa forma, dez Estados terão alíquotas maiores. (Clique aqui e confira a íntegra da matéria na publicação original) Estados que optaram por elevar o ICMS para 20%: Estados em que a alíquota permanece 17% A partir de agora, os consumidores dos Estados que optaram pelo reajuste da taxa irão pagar o Imposto de Importação — que pode ser de 20% ou 60%, a depender do valor da compra — mais 20% de ICMS. (Fonte: O Globo / Imagem: Freepik)
Shell anuncia desistência de investimento em projetos de geração solar e eólica na Paraíba
A Shell anunciou a descontinuação de seus projetos de geração solar e eólica terrestre no Brasil. A decisão atinge projetos que seriam desevolvidos na Paraíba e, também, no Estado de Goiás. A empresa confirmou a informação na quinta-feira (27/03) afirmando ser uma iniciativa para “ajuste de portfólio” provocado por um cenário ainda muito desafiador para novos investimentos em geração renovável no país que não apresentam, ainda, retornos suficientes no curto prazo. “Como parte do nosso foco em desempenho, disciplina e simplificação, estamos sempre explorando maneiras de criar valor a partir do nosso portfólio de geração de energia, incluindo a retirada de atividades que não se encaixam em nossa estratégia ou não geram retornos suficientes”, afirmou a Shell em nota. As outorgas para encerramento dos empreendimentos para usinas solares na Paraíba e em Goiás já foram oficializadas junto à Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). De acordo com informações oficiais, a Shell possuía uma carteira de projetos solares com capacidade de mais de 2 gigawatts (GWdc) de corrente contínua no Brasil. A iniciativa da Shell não é estranha a outras grandes empresas mundiais que estão optando por um certo recuo em se tratando de investimentos no setor que ainda não garante um retorno minimamente satisfatório em curto prazo e carece de políticas públicas e incentivos para o desenvolvimento de novas fontes de energia sustentável no país. (Fonte: Click100.com.br com informações da Cenário Energia / Imagem: reprodução Shell)
Páscoa 2025: não perca vendas e fique atento às tendências para este ano
Antecipação, investimento em opções nostálgicas e produtos que se encaixam ao bolso de cada cliente são pontos-chave para o sucesso neste período A Páscoa, marcada para o próximo dia 20 de abril, é uma das datas mais doces e simbólicas do ano — além de ser uma excelente oportunidade para os pequenos negócios encantarem seus clientes. Quem apostar em criatividade, for detalhista e escutar o consumidor sairá na frente. É o que aponta o Sebrae, que separou algumas dicas para os empreendimentos que desejam lucrar com este momento especial. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Bala (Abicab), mais de 45 milhões de ovos de Páscoa devem ser produzidos no Brasil neste ano. “Com a inflação impactando o poder de compra, os pequenos negócios precisam ser ainda mais estratégicos. Uma boa dica é oferecer uma variedade de faixas de preço, com produtos menores e combos promocionais. Trabalhar com encomendas antecipadas também ajuda a planejar melhor os custos. E mais do que nunca, é essencial investir em relacionamento: o atendimento personalizado, o cuidado com a entrega e o pós-venda podem fidelizar o cliente, mesmo em um cenário de restrição econômica”, destaca a analista de Competitividade do Sebrae Jane Blandina da Costa. Tendências Com 30 anos de experiência no ramo da confeitaria, Vivi Costa hoje é mentora de confeiteiras, tem cursos on-line voltado para administração de pequenos negócios do ramo, além de ministrar cursos e dar consultorias para lojas. No Instagram, a empreendedora que atua o Rio Grande do Norte prepara receitas e dicas de como as empreendedoras podem se dar bem durante a Páscoa, além de sugerir estratégias de atuação junto aos consumidores. Para ela, neste ano, a nostalgia é o grande chamariz para as vendas. Tem muita gente trazendo esse marketing de nostalgia porque é o que está vendendo. As pessoas estão atrás disso para reviver momentos e sabores juntos com os filhos. O marketing está sendo usado com o sentimento, usando todos os sentidos que a gente tem para vender Vivi Costa, empreendedora. Outro destaque para o período são os tabletes de chocolate, que cabem no orçamento de quem está apertado financeiramente. “Os tabletinhos, menores porções, por exemplo, um trio de chocolates de 50 gramas com diferentes sabores, serão interessantes para o cliente comprar para poder presentear. Essa é uma tendência que vai ficar porque é acessível e prático”, explica Vivi Costa. A analista do Sebrae Jane Costa reforça que a personalização dos produtos também segue em alta, mas exige antecipação do empreendedor e dos clientes. “É um caminho que reduz desperdício e dá mais previsibilidade ao pequeno empreendedor. Também tem crescido o interesse por experiências sensoriais e visuais: embalagens criativas, combinações inusitadas de sabores e storytelling do produto têm feito a diferença na hora da venda”, aponta Jane. Produtos especiais Um outro público que não pode deixar de ser assistido é aquele que tem apelos funcionais, para quem tem algum tipo de restrição ou quer diminuir o açúcar e se manter fitness. “A busca por chocolates com apelos funcionais é crescente. Isso inclui produtos sem açúcar, sem lactose, veganos, com alto teor de cacau e ingredientes que agregam valor nutricional, como castanhas e superalimentos”, aponta Jane. “A dica é conhecer bem o seu público e comunicar de forma clara esses diferenciais. Também é fundamental garantir a qualidade e ter atenção à rotulagem correta, especialmente quando se trata de restrições alimentares. Parcerias com nutricionistas ou influencers de nicho podem ajudar a dar credibilidade e atrair novos clientes”, completa a analista do Sebrae. Dicas A consultora Vivi Costa destacou os três passos fundamentais que as confeiteiras devem estar atentas para o período de Páscoa e para outros momentos do ano. Planejamento Todo empreendedor que atua no ramo da confeitaria precisa ter um planejamento voltado para a Páscoa, para dão deixar tudo para a hora. É preciso saber quais produtos fazer, a quantidade, e valores que irá cobrar. Conhecimento Saber quem é o seu cliente, se ele se interessa por chocolates nobres, quais as coberturas que prefere, se deseja produtos mais caros ou mais baratos. “Não adianta só ir pelo que todo mundo está fazendo, porque não vai funcionar”, comenta Vivi Costa. Organização A mentora destaca que as confeiteiras precisam se reinventar, se organizar e adaptar-se ao momento da economia, ao desejo do consumidor e às tendências do mercado. Para isso, a precificação é uma ferramenta fundamental para o sucesso. “Calcular esses preços, a porcentagem ideal de lucro para cada produto, a demanda de trabalho, tudo tem que ser pensado. É importante aprender não só o ofício da confeitaria, mas como administrar o negócio, comprar melhor e trabalhar estrategicamente no seu cardápio”, ressalta a consultora. (Fonte: Sebrae / Imagem de chandlervid85 no Freepik)
Metade dos brasileiros deseja abrir negócio próprio, diz estudo
Metade da população adulta brasileira não empreendedora deseja abrir o próprio negócio em até três anos, o que corresponde a cerca de 47 milhões de indivíduos de 18 a 64 anos. Os dados são da recente edição do Monitor Global de Empreendedorismo, levantamento realizado pelo Sebrae em parceria com a Associação Nacional de Estudos e Pesquisas em Empreendedorismo (Anegepe). O resultado coloca o Brasil como o segundo maior país do mundo com potenciais empreendedores, ficando atrás apenas da Índia, com 163 milhões de pessoas que desejam ser donas de seus negócios, mas que possui população seis vezes maior que a brasileira. O estudo destacou que, pelo segundo ano consecutivo, a principal motivação dos potenciais empreendedores é “fazer a diferença no mundo”, seguido de “ganhar a vida porque os empregos são escassos” e “construir riqueza/renda muito alta”. Além disso, o levantamento apontou ainda que “ter seu próprio negócio” ocupa a terceira posição entre os sonhos mais citados por 34% da população adulta entrevistada, superado somente por “comprar a casa própria” e “viajar pelo Brasil”. “Empreender é um sonho do brasileiro e a pesquisa deixa isso claro. A lógica do trabalho vem mudando ao longo dos anos. Hoje, as pessoas preferem ter o próprio negócio e não ficarem submetidos ao processo tradicional do trabalho”, afirma Décio Lima, presidente do Sebrae. “Para que este sonho ganhe terra firme é preciso que antes haja um leque de políticas-públicas, que permitam garantir sua sobrevivência.” Décio acrescentou também que o ambiente favorável ao crescimento dos negócios depende, em grande parte, da atuação estatal e da implementação de políticas públicas eficazes. “É a cooperação entre o Estado e o setor privado que gera o desenvolvimento econômico do país. E a combinação de políticas governamentais eficazes aliadas ao empreendedorismo impulsiona o crescimento econômico e negócios prósperos”, pontuou. (Fonte: CNN Brasil / Imagem: Pixabay)