O Governo Federal divulgou o resultado preliminar das propostas culturais habilitadas no programa Rouanet da Juventude. Ao todo, foram 1.086 projetos habilitados nos 20 estados de abrangência do edital. A Paraíba foi contemplada com 34 aprovações. A iniciativa, anunciada na sexta-feira, 30 de maio, foi realizada em parceria entre o Ministério da Cultura e a Shell Brasil, vai investir R$ 6 milhões em ações formativas culturais para jovens das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. A região Nordeste registrou o maior volume de habilitações — 593 propostas —, com destaque para Bahia (160), Pernambuco (108) e Ceará (103). Na região Norte foram 286 propostas habilitadas, lideradas por Amazonas (82), Pará (79) e Tocantins (48). A região Centro-Oeste concentrou 209, com destaque para Goiás (79), Distrito Federal (61) e Mato Grosso (36). Ao todo, 98.3% das propostas inscritas foram habilitadas no programa. Relação completa por UF: UF Propostas Acre 23 Alagoas 30 Amapá 27 Amazonas 82 Bahia 160 Ceará 103 Distrito Federal 61 Goiás 79 Maranhão 84 Mato Grosso 36 Mato Grosso do Sul 33 Paraíba 34 Pará 79 Pernambuco 108 Piauí 50 Rio Grande do Norte 15 Rondônia 17 Roraima 10 Sergipe 7 Tocantins 48 Total geral 1.086 NACIONALIZAÇÃO — Para o secretário de Economia Criativa e Fomento Cultural, Henilton Menezes, o resultado representa avanço no fortalecimento do fomento cultural. “Com 1.086 propostas habilitadas, temos o melhor resultado de edital compartilhado desde a publicação do decreto do presidente Lula que permite parcerias com empresas públicas e privadas. Tivemos 100% de participação dos estados abrangidos”, disse. Para ele, o resultado é evidência da nacionalização do acesso ao fomento cultural da Lei Rouanet em regiões historicamente não contempladas. Os projetos inabilitados têm até o dia 9 de junho para apresentarem recurso. Para conferir a listagem completa de propostas habilitadas, clique aqui. ROUANET DA JUVENTUDE — O programa inédito pretende fortalecer e apoiar ações formativas culturais voltadas para jovens das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste e democratizar o acesso ao fomento cultural. Além disso, a iniciativa tem o objetivo de nacionalizar os incentivos da Lei Rouanet para a juventude de regiões e segmentos historicamente marginalizados, como comunidades quilombolas, indígenas, LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência e moradores de periferias urbanas. DIFERENTES LINGUAGENS – O programa também abrange diferentes linguagens culturais, como artes cênicas, literatura, música, artes visuais, museus, memória e jogos eletrônicos. (Fonte e imagem: Secom PR)
Renúncia de Artur Bolinha expõe crise no Treze durante centenário do clube
A decisão ocorre após uma sequência negativa na Série D do Campeonato Brasileiro
Paraíba figura entre os Estados que descumprem prazo para medidas protetivas a mulheres, diz CNJ
Quase duas décadas após a promulgação da Lei Maria da Penha, tribunais de Justiça de pelo menos 13 estados, incluindo a Paraíba, não cumprem o prazo
Falta de investimentos derruba 87% das universidades brasileiras em ranking; UFPB cai 40 posições
A edição de 2025 do ranking internacional do Centro para Rankings Universitários Mundiais (CWUR) revelou um declínio significativo das universidades brasileiras, afetadas pela redução de investimentos e pelo fraco desempenho em pesquisa. Entre as 53 instituições listadas no top 2000, 87% caíram de posição, incluindo a Universidade Federal da Paraíba (UFPB), que despencou 40 posições, indo do 1227º para o 1267º lugar. A USP, embora tenha perdido uma colocação, manteve-se como a melhor universidade da América Latina. Já sete instituições brasileiras conseguiram subir no ranking, incluindo a UFRJ e a Unicamp. Segundo Nadim Mahassen, presidente do CWUR, o Brasil corre o risco de ficar ainda mais para trás globalmente caso não intensifique os investimentos no setor acadêmico. A Universidade de Harvard segue liderando a lista pelo 14º ano consecutivo, enquanto a China ultrapassou os EUA como o país com maior número de universidades entre as 2.000 melhores do mundo. Confira as respectivas colocações das 53 universidades brasileiras do top 2000: 1) Universidade de São Paulo [▼118º]2) Universidade Federal do Rio de Janeiro [▲331º]3) Universidade de Campinas [▲369º]4) Universidade Estadual Paulista [▼454º]5) Universidade Federal do Rio Grande do Sul [▼476º]6) Universidade Federal de Minas Gerais [▼497º]7) Universidade Federal de São Paulo [▼617º]8) Fundação Oswaldo Cruz [▼668º]9) Universidade Federal de Santa Catarina [▼727º]10) Universidade Federal do Paraná [▼783º]11) Universidade de Brasília [▲833º]12) Universidade do Estado do Rio de Janeiro [▼870º]13) Fundação Getúlio Vargas [▼880º]14) Universidade Federal de Pernambuco [▼887º]15) Universidade Federal do Rio Grande do Norte [▼951º]16) Universidade Federal do Ceará [▼961º]17) Universidade Federal de São Carlos [▼966º]18) Universidade Federal Fluminense [▼982º]19) Universidade Federal de Viçosa [▼984º]20) Universidade Federal de Pelotas [▼986º]21) Universidade Federal da Bahia [▼1024º]22) Universidade Federal de Santa Maria [▼1031º]23) Universidade Federal de Juiz de Fora [▼1090º]24) Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF) [▼1099º]25) Universidade Federal de Goiás [▼1119º]26) Universidade Federal do ABC [▼1122º]27) Universidade Federal da Paraíba [▼1267º]28) Universidade Federal do Espírito Santo [▼1268º]29) Universidade Federal de Lavras [▼1284º]30) Universidade Federal do Pará [▼1288º]31) Universidade Federal de Uberlândia [▼1294º]32) Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) [▼1330º]33) Universidade Federal de Mato Grosso do Sul [▲1367ª]34) Universidade Estadual de Maringá [▼1368º]35) Universidade Federal de São João del-Rei [▼1385º]36) Universidade Tecnológica Federal do Paraná [▲1455º]37) Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul [▼1506º]38) Universidade Estadual de Londrina [▼1526º]39) Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) [▼1558º]40) Universidade Federal de Sergipe [▼1584º]41) Universidade Federal do Rio Grande [▲1644º]42) Universidade Federal Rural de Pernambuco [▼1691º]43) Universidade Federal de Mato Grosso [▼1745º]44) Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro [▼1774º]45) Pontifícia Universidade Católica do Paraná [▼1785º]46) Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) [▼1831º]47) Universidade Federal do Triângulo Mineiro [▲1836º]48) Universidade Federal de Ouro Preto [▼1911º]49) Universidade Federal de Campina Grande [▼1930º]50) Universidade Federal de Alagoas [▼1946º]51) Universidade Federal do Piauí [▼1950º]52) Instituto Tecnológico de Aeronáutica [▼1994º]53) Universidade Federal do Amazonas [▼1999º] (Fonte: Ascom CWUR / Foto: Ascom UFPB | Angélica Gouveia)
MIDR reconhece situação de emergência em seis cidades paraibanas afetadas por desastres
Com a medida, municípios estão aptos a solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu, na sexta-feira (30/05), a situação de emergência nas cidades paraibanas de Damião, Gado Bravo, Gurjão, Livramento, Poço Dantas e Princesa Isabel afetadas pela estiagem. A portaria com os reconhecimentos foi publicada no Diário Oficial da União (DOU). Confira mais detalhes abaixo. Portaria nº 1.686 Agora, as prefeituras já podem solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil, como compra de cestas básicas, água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, higiene pessoal e dormitório, entre outros. Até o momento, a Paraíba tem 95 reconhecimentos vigentes, dos quais 90 por estiagem, dois por enxurradas, um por inundações, um por chuvas intensas e um por colapso de edificações. Como solicitar recursos Cidades com o reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar ao MIDR recursos para ações de defesa civil. A solicitação pelos municípios em situação de emergência deve ser feita por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Com base nas informações enviadas nos planos de trabalho, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e os valores solicitados. Com a aprovação, é publicada portaria no DOU com o valor a ser liberado. Capacitações da Defesa Civil Nacional A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos. (Fonte: Ascom MIDR / Imagem: Freepik)
Incra, Energisa e Prefeitura garantem expansão elétrica para 300 famílias assentadas na Paraíba
Estão previstas para começar, ainda neste semestre, as obras de ampliação da rede elétrica dos assentamentos Dona Helena e Santa Helena, na Paraíba. Cerca de 300 famílias beneficiárias da reforma agrária vivem nas áreas. O assentamento Dona Helena tem 720,8 hectares e fica no município de Cruz do Espírito Santo. Já o Santa Helena, que se divide entre Cruz do Espírito Santo e Sapé, conta com 3,2 mil hectares. Os detalhes sobre a expansão foram tratados durante reunião ocorrida na terça-feira (27/05), no gabinete do Incra na Paraíba (Incra/PB), em João Pessoa. Participaram representantes do instituto, da Energisa Paraíba – concessionária responsável pela distribuição de energia elétrica no estado – e da prefeitura espírito-santense. “O encontro teve como objetivo alinhar ações conjuntas para garantir o fornecimento de energia elétrica às famílias assentadas, promovendo melhores condições de vida e potencializando o desenvolvimento social e produtivo nos territórios da reforma agrária”, afirmou o superintendente do Incra/PB, Antônio Barbosa Filho. Expectativa No assentamento Dona Helena, por exemplo, os moradores pretendem investir em sistemas de irrigação, aproveitando os barreiros (reservatórios) disponíveis Atualmente, alguns campos já são irrigados, porém de forma mais onerosa. A eletrificação deverá reduzir os custos. “Se vier a irrigação, a produtividade vai ser boa. Temos água suficiente para isso”, afirma o agricultor Edgar Honório da Silva Filho. Além de plantações de feijão, milho e macaxeira, os assentados cultivam manga, acerola, goiaba e banana. Também criam galinhas caipiras. Parte da produção é vendida em feiras agroecológicas de João Pessoa, que fica a cerca de 25 quilômetros da área de reforma agrária. (Fonte: Ascom MDA / Foto: Freepik Freepik)
Casal de João Pessoa é surpreendido com homenagem emocionante no Caldeirão do Mion
No sábado (31/05), um casal paraibano protagonizou um dos momentos mais emocionantes do programa Caldeirão do Mion, da TV Globo. Vindos de João Pessoa, a capital paraibana, João Pedro Brito e Maria Luiza Chianca, foram homenageados com uma apresentação surpresa da dupla Bruno & Marrone, que interpretou a canção que marcou a história de amor dos jovens e foi escolhida por eles como tema da valsa do casamento. O momento, transmitido em rede nacional, levou às lágrimas não apenas os homenageados, mas também o público presente no estúdio e milhares de telespectadores em todo o Brasil. A surpresa, cuidadosamente preparada pela produção do programa, reforçou os laços do casal e celebrou a força do amor vivido por eles. A escolha da música — considerada por eles a “trilha sonora” do relacionamento — emocionou a todos. A interpretação ao vivo da dupla sertaneja trouxe à tona memórias do casamento e simbolizou a continuidade de uma história marcada por afeto, cumplicidade e superação. Familiares e amigos, orgulhosos, acompanharam tudo de casa e celebraram o momento especial nas redes sociais. A mãe da noiva não conteve a emoção: “Foi como viver novamente aquele dia inesquecível do casamento. Ver minha filha e meu genro recebendo esse carinho foi um presente que ficará guardado para sempre em nossos corações”, declarou. O episódio reforça como o amor verdadeiro, quando vivido com intensidade e respeito, pode inspirar pessoas em todo o país — e, quem diria, até virar destaque na TV. (Fonte: Click100.com.br / Imagens: reprodução Globo) Clique na imagem abaixo e confira a íntegra do vídeo:
Trabalhadores da Construção Civil anunciam greve geral na Paraíba a partir do dia 16 de junho
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil e do Mobiliário (Sintricom – PB), Francisco Demontier, e o vice, Edmilson da Silva, durante entrevista ao programa ‘Abril Verde Cast’, na Rádio 100.5 – A FM Líder, no sábado (31/05), confirmaram a aprovação do indicativo de greve por tempo indeterminado pela categoria na região da Grande João Pessoa. De acordo com os convidados, a greve será iniciada a partir do dia 16 de junho de 2025 sob justificativa de que a classe patronal não cumpriu o acordo firmado pela com os trabalhadores do setor na mais recente convenção trabalhista da categoria. Segundo os sindicalistas, os trabalhadores não aceitam retrocesso ou nenhum direito a menos. “É rasgar a história da nossa categoria. A gente não consegue entender porque os patrões puseram os pés atrás. Não aceitamos retrocesso ou nenhum direito a menos“, frisou Demontier. A decisão foi tomada durante assembleia realizada na quinta-feira (29/05), com mais de 500 trabalhadores do setor. Crescimento do setor Os sindicalistas lembram que o setor da construção civil cresceu no último ano mais de 15%, porém, os trabalhadores seguem cada vez mais desrespeitados e desvalorizados pelo patronato do setor que só alcançam seus objetivos graças aos trabalhadores. Analogia à escravidão Entre os dias 20 e 28 de maio de 2025, uma operação de fiscalização coordenada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) resgatou 33 trabalhadores em situação análoga à escravidão na Paraíba. Segundo informações da equipe de fiscalização, as vítimas atuavam em obras da construção civil nos municípios de João Pessoa e Cabedelo. A ação contou com a participação do Ministério Público do Trabalho (MPT), do Ministério Público Federal (MPF) e da Polícia Federal (PF). Leia também: Ministério do Trabalho: operação resgata 33 trabalhadores em condições análogas à escravidão na PB A equipe de fiscalização encontrou os trabalhadores em situação degradante, alojados no interior dos edifícios em construção, em meio a materiais de obra, sem segurança, conforto, privacidade ou condições mínimas de higiene. (Fonte: Click100.com.br / Foto: Ascom Sintricom) Confira Nota de Repúdio divulgada pelo Sintricom:
Ex-vereador de João Pessoa é detido por porte ilegal de arma e agressão
O ex-vereador de João Pessoa e ex-secretário do Procon-JP, Helton Renê, foi preso na manhã desta sexta-feira (30/05), por suspeita de agressão e porte ilegal de arma. De acordo com estas informações divulgadas, Helton teria agredido uma mulher, que é prima dele, e ameaçou o esposo dela com uma arma. Os dois formaram sociedade para abrir uma pizzaria e, segundo a vítima, a briga teria sido motivada por causa de um forno industrial. Os dois estão na Central de Polícia Civil, no bairro do Geisel, e vão prestar depoimentos sobre o caso. (Fonte: Portal Correio / Foto: Secom PB)
MPF quer remover ocupações irregulares, proteger restinga e recuperar terrenos da União em Pitimbu
O Ministério Público Federal (MPF) recomendou uma série de medidas conjuntas a órgãos federais, estaduais e municipais para conter a degradação ambiental e recuperar áreas de restinga e terrenos de marinha na Ponta de Coqueiro, em Pitimbu, litoral sul da Paraíba. A recomendação, expedida em 27 de maio, tem como base registros técnicos e fotográficos que evidenciam a ocupação irregular e a degradação de ecossistemas costeiros legalmente protegidos. O documento foi encaminhado à Secretaria de Meio Ambiente de Pitimbu, à Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), à Superintendência do Patrimônio da União na Paraíba (SPU/PB), ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Entre os problemas identificados estão construções e cercamentos sobre áreas de restinga e terrenos da União, supressão de vegetação nativa, presença de espécies exóticas invasoras e comprometimento da regeneração natural desses ecossistemas, que cumprem papel essencial na contenção da erosão costeira e na estabilização das dunas. O MPF recomendou providências como o levantamento fundiário da faixa de marinha, a remoção de cercas e construções irregulares, o controle da vegetação invasora e a execução de ações de recuperação ambiental — incluindo reflorestamento, plantio orientado e campanhas de educação ambiental. Os órgãos têm 15 dias úteis para informar as providências adotadas. Está prevista para o dia 2 de junho uma ação de fiscalização conjunta na área, com o objetivo de alinhar as medidas e promover a retomada das áreas públicas degradadas. A recomendação assinada pelo procurador da República João Raphael Lima Sousa considera “a necessidade de atuação articulada e preventiva por parte dos órgãos públicos competentes, nas esferas federal, estadual e municipal, com vistas à proteção do patrimônio público, à recuperação ambiental e à garantia do uso comum e sustentável do litoral”. A restinga fixadora de dunas é reconhecida como área de preservação permanente pela legislação ambiental brasileira. Já os terrenos de marinha são bens públicos federais, inalienáveis e imprescritíveis, cuja ocupação não autorizada é proibida. A omissão das autoridades diante das irregularidades poderá resultar na adoção de medidas administrativas e judiciais pelo MPF. Entenda o que está em jogo O que é a restinga?A restinga é uma formação vegetal típica das regiões costeiras brasileiras, composta por plantas adaptadas a solos arenosos. Quando ocorre sobre dunas, ela cumpre uma função ambiental essencial: fixar a areia, estabilizar o terreno e impedir a erosão provocada pela ação do vento e do mar. Por isso, a restinga fixadora de dunas é considerada área de preservação permanente pela legislação ambiental — ou seja, sua conservação é obrigatória. O que são terrenos de marinha?Terrenos de marinha são faixas de terra próximas ao litoral que pertencem à União. Por lei, são considerados bens públicos federais, inalienáveis e imprescritíveis, e sua ocupação deve seguir regras específicas. Essas áreas existem para garantir o uso coletivo do litoral e a proteção do meio ambiente costeiro. Ocupações irregulares, como construções, cercamentos ou intervenções não autorizadas, são proibidas. Recomendação nº 10/2025 (Fonte: Ascom MPF / Foto: Sesot MPF)