Funjope e Associação Folia de Rua ressaltam importância das ações de inclusão e acessibilidade

A acessibilidade é um dos aspectos que tem atenção especial da Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope) e da Associação Folia de Rua nos eventos e não é diferente durante o Carnaval 2025 – Folia em Sol Maior. Desde a abertura do Folia de Rua, aos desfiles dos blocos na Via Folia, existe uma área dedicada às pessoas com deficiência (PcD), permitindo que todos possam curtir os festejos de Momo com tranquilidade e conforto. “Nós temos esse cuidado e esse acolhimento à pessoa com deficiência em todos os nossos eventos, desde os editais, já que todos feitos pela Funjope reservam cotas para PcD, até os nossos trabalhos cotidianos. Agora mesmo no Carnaval, na abertura do Folia de Rua com o show da Elba Ramalho, nós criamos uma área para PcD. Estamos montando no Cafuçu e também no Carnaval Tradição”, inicia o diretor executivo da Funjope, Marcus Alves. Além disso, segundo ele, nesta segunda-feira (24), dia das Muriçoquinhas, o camarote da Prefeitura, por sugestão do prefeito Cícero Lucena, foi transformado em uma área de acessibilidade completa para cadeirantes, pessoas autistas, com Síndrome de Down e outras deficiências. Marcus Alves lembra que esta iniciativa existe há três anos durante o Carnaval e, cotidianamente, nos eventos da Funjope, como Natal, São João, Festa das Neves, Réveillon e Forró Verão. Em todos eles há uma área PcD. “Além de ser uma exigência da lei, é um cuidado necessário que a gestão tem e a Funjope preza por essa responsabilidade social”, enfatiza. O presidente da Associação Folia de Rua, Sérgio Nóbrega, afirmou que providenciar área de acessibilidade, cartilha em Braille e intérprete de Libras é um gesto natural da diretoria do Folia de Rua, a partir do diálogo com a Prefeitura de João Pessoa. “Sempre tivemos esse cuidado.Nós temos o bloco Portadores da Folia, que completa 33 anos agora. Então, só por isso já teríamos o compromisso com esses associados”, ressaltou. Nesse olhar, conforme Sérgio Nóbrega, o Folia de Rua, junto com a Prefeitura e a Empresa Paraibana de Comunicação (EPC), produziram, pelo segundo ano consecutivo, uma cartilha com a programação em Braille. O presidente do Folia de Rua lembrou que, nesta segunda-feira (24), entregou a cartilha ao ministro do Turismo Celso Sabino durante evento na sede da Empresa Paraibana de Turismo (PBTur). Ele afirmou que o assunto será discutido no Ministério do Turismo para que a iniciativa seja implantada em nível nacional, em todos os Carnavais e pré-Carnavais, dando a garantia de inclusão e acessibilidade. “Nós também, respeitando a lei, colocamos nos blocos o intérprete de Libras durante as apresentações. Tivemos na abertura do Folia de Rua, com Elba Ramalho e Cátia de França, tivemos no Tambiá Folia e em todos os blocos. É mais um gesto de compromisso dessa gestão da diretoria do Folia de Rua com a Prefeitura e o Governo do Estado. É mais do que justo e merecido, porque essas pessoas também fazem a história do Folia de Rua”. Nóbrega destacou a existência da área de acessibilidade. “Todas essas iniciativas fortalecem a inclusão, a acessibilidade e os direitos humanos. Ficamos muito gratos porque, em conjunto, Prefeitura, Funjope, Governo do Estado, EPC e Associação Folia de Rua, estão garantindo esses direitos que são de lei para as pessoas com deficiência. São gestões que trabalham em parceria para fazer um trabalho inclusivo, de fato. São pessoas que têm seus direitos e que curtem o Carnaval”. De acordo com a organização da Via Folia, há um espaço de acessibilidade para até dez cadeirantes dentro do camarote Via Folia, pensado para transformar a participação das pessoas com deficiência num momento mais inclusivo. A novidade para o próximo ano é que será montada uma plataforma exclusiva para PcDs fora do camarote, um pensamento que vem sendo ampliado em todos os eventos, garantindo conforto e boa visibilidade.

Bolsonaro revela uso de chip hormonal para desempenho sexual, confira vídeo

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) revelou que faz o uso de um chip hormonal, com o objetivo de aumentar o seu desempenho sexual. A declaração aconteceu nesta terça-feira (25/2), durante entrevista à Leo Dias TV. De acordo com esta matéria publicada pelo Metrópoles, durante a conversa, o ex-presidente foi questionado se utilizava o medicamento conhecido como Tadalafila, indicado para o tratamento de casos de impotência sexual masculina, mas negou fazer uso do remédio. Em vez disso, Bolsonaro revelou ter implantado um chip hormonal, que atua de forma semelhante. Confira o vídeo:

Procurador de Justiça Valberto Lira morre em João Pessoa; ALPB emite ‘Voto de Pesar’

O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Adriano Galdino, em nome de todos os parlamentares e funcionários da Casa Epitácio Pessoa, emitiu voto de pesar pelo falecimento do procurador de Justiça Valberto Cosme de Lira, ocorrido nesta quarta-feira (26/02), em João Pessoa. Valberto Cosme de Lira tinha 76 anos e enfrentava problemas de saúde. Ele dedicou mais de quatro décadas ao Ministério Público da Paraíba (MPPB), onde ingressou em 1981. Natural de Umbuzeiro, iniciou sua trajetória como promotor de Justiça substituto na Comarca de Conceição e, ao longo de sua carreira, ocupou posições de destaque na instituição. Nos últimos anos, Valberto comandou a Comissão de Prevenção e Combate à Violência nos Estádios da Paraíba, trabalho reconhecido por sua dedicação à segurança do esporte no Estado. Entre 2019 e 2020, também atuou como membro titular do Conselho Superior do Ministério Público. O presidente da ALPB, Adriano Galdino, destacou a importância da atuação de Valberto Cosme de Lira para a Justiça paraibana e manifestou solidariedade aos familiares e amigos neste momento de dor. “Valberto foi um homem íntegro, dedicado ao serviço público e que deixa um legado de compromisso com a sociedade”, resumiu. Até o momento, não há informações sobre o horário e local do velório e sepultamento do procurador aposentado.

PEC contra escala 6×1 é protocolada na Câmara com 234 assinaturas; seis de deputados federais da PB

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de seis dias de trabalho por um de folga (6×1) foi protocolada na Câmara dos Deputados nesta terça-feira (25/02), com 234 assinaturas. Foram 63 assinaturas a mais que o necessário para ingressar com uma proposta de emenda constitucional. Do total de assinaturas, pelo menos, seis foram de deputados federais paraibanos: Damião Feliciano (União), Gervásio Maia (PSB), Luiz Couto (PT), Murilo Galdino (Republicanos), Ruy Carneiro (Podemos) e Wilson Santiago (Republicanos). De acordocom esta matéria veiculada pela Agência Brasil, a PEC estabelece uma semana de quatro dias de trabalho. A deputada federal Erika Hilton (PSOL-RJ), que lidera a articulação pela PEC na Casa, afirmou que foram meses de conversas com parlamentares e mobilizações para se chegar a este momento de registrar a proposta na Câmara. Em coletiva à imprensa nesta terça, a deputada disse que essa escala é considerada obsoleta. “Já há apontamentos políticos e econômicos mostrando que há sim possibilidade de repensarmos essa jornada de trabalho, como foi feito em outros lugares no mundo, aplicando à nossa realidade”, argumentou. A parlamentar disse que pretende se reunir com o presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB) após o carnaval para conversar sobre o tema e entregar um abaixo-assinado que já conta com quase 3 milhões de assinaturas pedindo o fim da escala 6×1. “Agora resta saber se o Congresso Nacional terá interesse político e responsabilidade com a vida dos trabalhadores e trabalhadoras brasileiros e se dará a atenção necessária para que esse texto ganhe um relator, para que a comissão especial seja instalada e para que a gente tenha condições de fazer esse debate como deve ser feito”, disse Erika. Ela garantiu que a PEC conta com o apoio de diversos partidos, inclusive de centro e de direita. “Isso desmonta a ideia de que só a esquerda está se empenhando nessa discussão. Acho que os únicos que não estão empenhados nesse debate é a extrema-direita”. Ela contou que a proposta havia recebido a assinatura de dois deputados do PL, mas, por orientação do partido, o apoio foi retirado. A PEC altera o inciso XII do artigo 7º da Constituição brasileira, que passaria a vigorar com a seguinte redação: “duração do trabalho normal não superior a oito horas diárias e trinta e seis horas semanais, com jornada de trabalho de quatro dias por semana, facultada a compensação de horários e a redução de jornada, mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho”. O debate para redução da jornada de trabalho vem ganhando força a partir do Movimento Vida Além do Trabalho (VAT), fundado pelo vereador carioca Rick Azevedo (Psol), e que tem mobilizado manifestações e atos pelo fim da escala 6×1. “O mercado chora a ‘falta de mão de obra’, mas não quer admitir o óbvio: o povo cansou de ser burro de carga. A escala 6×1 destrói a saúde, rouba o tempo de vida e paga mal. Ninguém quer adoecer para enriquecer patrão”, afirmou Azevedo em uma rede social. O vereador chamou a população para fazer um protesto durante o feriado de 1º de maio pedindo a mudança na escala de trabalho. “No dia 2 de maio fique em casa em protesto a essa escala escravocrata. Estou muito feliz por esse protocolo de hoje, mas muita luta ainda está por vir” Para uma PEC ser aprovada na Câmara, são necessários os votos de, no mínimo, 308 dos 513 deputados e deputadas, em dois turnos de votação. A medida tem dividido opiniões, tanto no meio patronal, quanto sindical. Para os críticos, a medida levaria ao aumento dos custos operacionais das empresas, segundo defendeu a entidade patronal Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Na coletiva de hoje, o deputado Guilherme Boulos (PSOL-SP) disse que vai pedir o apoio do governo para conseguir os votos necessários para aprovar a PEC no Congresso. O líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE) garantiu que vai se empenhar nas articulações dentro e fora do plenário para aprovar a proposta.

McFish voltou e não veio sozinho: tem batatas rústicas e parceria com Duolingo

Ele está de volta! Para a alegria dos fãs, o McFish retorna ao cardápio do Méqui e traz companhias especiais – no cardápio e na campanha! A surpresa dessa temporada começa com a novidade das batatas rústicas, que chegam como acompanhamento do icônico sanduíche de peixe e compondo o McFish & Chips. Além disso, o Méqui firmou parceria com a coruja mais famosa da internet, o Duo – mascote do Duolingo -, que tem como missão apresentar a novidade de forma autêntica e divertida e ajudar os consumidores brasileiros a pedir a dupla. Quem conhece o tradicional fish and chips já pegou a referência! A inspiração do McFish & Chips vem de terras britânicas, onde essa dupla – peixe empanado e batatas fritas – formam um verdadeiro clássico irresistível desde o século 19. A origem exata desse prato pode até gerar debate, mas uma coisa é certa: há mais de um século os ingleses celebram essa combinação, que se tornou um símbolo da gastronomia local, e agora chega nos restaurantes do Méqui em uma versão ainda mais especial com McFish. Para anunciar a novidade, o McDonald’s transformou o céu de São Paulo em um verdadeiro show de luzes. A ação, que contou com 300 drones voando simultaneamente, revelou o nome do McFish & Chips, chamando a atenção para a novidade que desembarca no Brasil. Confira aqui como foi o show. “O McFish é um fenômeno do Méqui, com uma base de fãs superengajada que só cresce com o passar do tempo, e, por isso, mesmo depois de duas temporadas, a expectativa continua altíssima. Então, queríamos surpreender mais uma vez e nessa terceira temporada fizemos mais: trouxemos o McFish & Chips, uma versão inspirada em outro clássico que chegou diretamente de Londres. E o melhor, com a parceria do Duo, que agora estreia como influenciador e vai nos ajudar a apresentar o McFish & Chips pra galera”, destaca Lariane Duarte, Gerente de Marketing do McDonald’s. Do You Speak McFish? Para apresentar a novidade para os consumidores, a GALERIA.ag criou uma campanha cheia de humor e interatividade em parceria com o Duolingo, o app de idiomas mais divertido (e insistente!) do mundo. E essa parceria é histórica: é a primeira vez que o Duolingo participa de uma campanha com o Méqui e, também, estreia na TV aberta. O filme da campanha “Do you speak McFish?”, que estreia amanhã nas redes do Méqui, promete boas risadas. Na cena, uma cliente chega ao Méqui e tenta pedir “o de peixe com batata”. Erro! O som clássico de erro do Duolingo toca, o Duo aparece e está ali de olho. Depois de algumas tentativas frustradas, ela finalmente acerta: “McFish & Chips!”, e é comemorada com o som de resposta certa do Duolingo. “No Méqui estamos sempre ligados nas conversas e tendências que movimentam nossos clientes. Trazer o Duolingo para essa parceria é unir duas marcas que, à primeira vista, podem parecer improváveis juntas, mas que compartilham uma conexão autêntica com seus públicos. O Duo é divertido e irreverente e nós queremos oferecer experiências únicas, então o resultado da campanha não podia ser outro: conteúdos cheios de bom humor e a cara do Méqui!”, comenta Lariane. De acordo com Analigia Martins, diretora de marketing do Duolingo, a parceria com o Méqui está totalmente alinhada com o propósito do app, que é alcançar novos públicos e proporcionar uma educação de qualidade e gratuita a todos. “É uma honra fazer parte dessa volta tão aguardada pelos brasileiros e mostrar que com o Duolingo é possível aprender de forma prática e divertida em situações do dia a dia. Trouxemos o Duo para, mais uma vez, mostrar que ele é incansável e gosta de incentivar as pessoas de todas as formas.” A campanha segue no universo digital e nas redes sociais do Méqui e do Duolingo, com games interativos e desafios divertidos para testar a pronúncia dos fãs. “A conexão entre Méqui e Duolingo foi natural: de um lado, temos uma marca icônica que cria experiências inesquecíveis, e do outro, um app que transformou o aprendizado de idiomas e é um case de engajamento global dentro das redes sociais. A união dessas duas potências criam, de partida, algo memorável”, explica Rodrigo Marangoni, Diretor Executivo de Criação da GALERIA.ag. O McFish & Chips estará disponível, por tempo limitado, a partir de amanhã (25), em restaurantes da rede em todo o país. Além disso, a cada R$1 gasto, clientes Meu Méqui recebem 100 pontos para trocar por outros produtos no app.

Relacionamento “instagramável”

Outro dia, um querido separou da mulher com quem teve dois filhos amados, um bom apartamento e uma convivência sob o mesmo teto por cerca de 20 anos. Até aí tudo bem. Novidade zero. Até porque a gente já desconfiava que o relacionamento estava no limite porque a cada dez postagens no Instagram dele, 11 eram de declarações de amor ou frases motivacionais e isso, quando feito em excesso… não pode ser normal, mesmo. Por fim, a nossa suspeita foi concretizada e rolou a separação. Agora a vida do ex-casal tem a seguinte dinâmica: filhos e bens divididos e, por parte dele, uma tentativa desesperada de mostrar para ela que superou o “término” e que está super bem com um novo “eterno” amor, fruto de um “relacionamento instagramável”. Esse termo, foi a melhor das melhores traduções que o nosso grupo de amigos encontrou para definir a situação do querido que, por sua vez, passou a caprichar na escolha dos lugares onde leva a nova namorada que, assim como os ambientes frequentados, também é instagramável, ou seja, tem boa aparência para protagonizar belas fotos que passaram a enfeitar o feed dele, milimetricamente organizado para mostrar apenas fotos “descoladas” ao lado do novo “eterno” amor. Isso seria lindo se aqui, na vida real fora das redes sociais, o cara não tivesse se tornado um chato. Um carente. Uma figura que, fracassadamente, tem tentado disfarçar o quão perdido ficou após o fim do casamento. Sim… digo “fracassadamente” porque no feed a alegria é visível. Mas, fora do feed o tom de voz dele para com os mais próximos ganhou uma “nota” de desimpaciência que passou a incomodar, entristecer, aborrecer e afastar alguns. Tudo isso depois da separação. Como gosto muito de me informar… vi que a Psicologia tem estudado bastante as causas e efeitos de certas postagens nas redes sociais e que passou a encarar alguns casos como tentativa de validação e aprovação dos outros para se sentir bem consigo mesmo e até como necessidade de manter uma imagem perfeita nas redes sociais apesar da vida ter virado um “barco das ilusões”. Aqui, do meu cantinho, morro de pena da moça por ela ter entrado num relacionamento que é utilizado pelo cara como boia para fugir da realidade de não saber lidar com a rejeição ou o fracasso pelo fim do casamento que durou cerca de 20 anos. O lado bom dessa história é que… testemunhar essa situação me faz renovar três certezas inabaláveis que -há muito!- acalento no meu íntimo: 1- O luto, seja ele qual for, tem que ser vivido até ser totalmente esgotado; 2- Cada pessoa tem um tempo próprio; 3- O tempo próprio que não é respeitado por preocupação com o que “os outros vão dizer ou pensar” leva, inevitavelmente, a um dia a dia de sofrimento e a uma existência rasa que empobrece todo tempo de passagem por este plano de vida. Ao mesmo tempo em que digito essa coluna, torço… torço muito para que as pessoas desenvolvam coragem para lidar com questões pessoais ou emocionais mais profundas sem se importar com o que os outros vão pensar sobre o assunto. Torço… torço muito para que as pessoas respeitem mais os próprios limites e a própria individualidade. Torço… torço muito para que se amem mais e dependam cada vez menos da aprovação de outras pessoas que, por vezes, só viu pelas redes sociais. (Imagem de Peggy und Marco Lachmann-Anke por Pixabay)

Bloco ‘Eco do Tarzan’ cresce e arrasta foliões no Jardim Oceania

Criado há três anos por moradores do condomínio Eco Oceania, bloco irreverente ganha força a cada ano e já faz parte do calendário carnavalesco do bairro ‘Quem é esse Tarzan que está lá embaixo gritando?’. Foi com esse protesto de um morador de um condomínio de João Pessoa que nasceu, há três anos, o bloco ‘Eco do Tarzan’. Formado de maneira irreverente por moradores do residencial Eco Oceania, no bairro do Jardim Oceania, o bloco saiu no sábado (22/02), conquistando muitos foliões. “Teve um condômino que não estava muito satisfeito com o barulho e atribuíram a mim o nome de Tarzan. Eu aceitei de muito bom gosto e aí está o nosso bloco: Eco de ecoar e Eco do Eco Oceania, que é o nosso condomínio”, conta o animado folião Bruno Lins, cirurgião dentista e inspiração para o nome do bloco. Com muito frevo e os estandartes de todas as edições anteriores, o grupo reúne moradores e a comunidade local do bairro. O cortejo percorre as ruas do Jardim Oceania e ganha reforço dos foliões que acompanham a festa das varandas dos prédios vizinhos, se unindo à animação. “O Eco do Tarzan nasceu a partir de uma iniciativa dos moradores. Foram várias demandas, vários causos e histórias que acabaram virando música, e assim surgiu o bloquinho, com muita alegria e diversão”, lembra Felipe, morador do Eco Oceania. “Desde o primeiro ano, a Eco Construtora patrocina o bloco, que a cada edição fica maior e atrai mais a vizinhança. Isso é importante para incentivar a união e a confraternização dos moradores. Que venham muitos outros anos de Eco do Tarzan”, acrescenta Janine. Aberto ao público e de adesão espontânea, o bloco também marca a participação da Eco Construtora nos festejos carnavalescos de João Pessoa. Para Técio Feitosa, Diretor Administrativo da construtora, a festa demonstra o espírito comunitário e a valorização da convivência entre os moradores. “Estamos privilegiando e confraternizando ao lado dessas famílias, fazendo deste um dia de alegria, de celebração e de união. Esse é o espírito do Carnaval e da vivência em comunidade, algo que incentivamos nos empreendimentos da Eco”, afirma Feitosa. A expectativa dos organizadores é que o bloco cresça ainda mais com a entrega de novos empreendimentos da Eco Construtora na região. Além do Eco Oceania, estão previstas as entregas do Eco Parahyba e do Eco Jardins, por onde o bloco deve passar no próximo Carnaval, ampliando ainda mais a festa para novos foliões. (Fotos: reprodução assessoria) Confira imagens:

Entrelinhas do Mercado Almagre: Suporte local e poesia, tudo junto!

Em Ponta de Campina, Cabedelo, o Mercado Almagre nasceu de uma vontade, quase uma obsessão, de transformar o espaço. Idealizado por Fabiano Lucena e fortalecido por Henrique Maroja, o empreendimento não foi apenas uma construção, mas um elo entre passado e futuro, entre a história da Paraíba e a vibração contemporânea que fazia os corações pulsarem mais rápido. O nome “Almagre”, que em árabe significa “areia vermelha”, já dizia muito sobre o que viria: um convite ao mistério, à ancestralidade e, claro, à pluralidade cultural. Algo nascido do encontro de tantas coisas — das influências mouras da colonização, do sal, da areia e das pessoas que se encontraram ali. A pegada do Mercado Almagre sempre foi clara, livre e alternativa. Um local onde a rigidez dos espaços comerciais tradicionais era deixada de lado, dando espaço para a arte e para a cultura. Artistas locais podiam se apresentar sem pressa de ser grandes, autores lançavam suas obras como quem leva uma semente ao solo fértil, e blocos de carnaval (fantasmas do almagre e fantasminhas) nasciam ali, como uma ressurreição da história daquele lugar. Nas ruas de Almagre, o samba, o frevo e a poesia se misturavam aos acordes de novos artistas e ao calor humano que só um mercado tão cosmopolita poderia proporcionar. A conexão entre Fabiano e Henrique era a chave do sucesso. Eles sabiam exatamente o que queriam: um espaço para quem desejasse ser livre, sem amarras, onde a regra era clara: “é proibido proibir”. Essa filosofia impulsionava o Mercado, que se tornou um centro de resistência cultural e um ponto de encontro para todos os tipos de pessoas. Ali, os limites não existiam. Podiam se misturar empresários e artistas, políticos e trabalhadores da construção civil, ricos e pobres, solteiros e casais, trisais, amantes e ex-amantes. O Mercado Almagre era um espelho da sociedade, mas com uma nuance de magia, como um lugar onde os encontros e desencontros aconteciam como se o próprio espaço tivesse o poder de moldar as pessoas. Os ciclos de clima — com seus invernos e verões — refletiam bem as transformações do Almagre. O inverno, com seus ventos frios e águas turvas, trazia uma calmaria que contrastava com os verões quentes, onde o Mercado fervilhava de energia. Era durante essas estações que o público se alternava, com turistas e moradores, jovens e velhos, dançando ao som da vida que ali se celebrava. Contudo, a magia do lugar nunca se dissipava. Mesmo com a mudança das estações, o Mercado Almagre nunca perdeu sua essência. Ele sempre foi o mesmo, mas ao mesmo tempo era outro, renovado pela paixão e pelas novas ideias que traziam consigo. Não eram apenas os negócios que ganhavam espaço na região; o Mercado Almagre também atuava como uma mola propulsora do crescimento da construção civil e da urbanização ao redor. Novos empreendimentos, condomínios, lojas e restaurantes surgiram em torno dele, e sua presença parecia dar força ao desenvolvimento, como se o Mercado fosse o coração pulsante de Ponta de Campina, Cabedelo. Mas, claro, nem todos compartilhavam dessa visão. Os moradores locais, que até então conheciam a esquina como um ponto de anonimato, começaram a se queixar do barulho constante, das noites longas e da movimentação incessante que atravessava suas rotinas mais silenciosas. Havia, de fato, uma tensão na transformação do Mercado Almagre. Para alguns, ele era sinônimo de progresso e celebração da cultura, mas para outros, o agito e o frenesi de tantos públicos o tornavam uma força invasiva. Era uma esquina que, de repente, passou do anonimato ao estrelato em um piscar de olhos, uma mudança que parecia, muitas vezes, arranhar a paciência dos que ali moravam. A energia vibrante do Mercado, com seu calendário de eventos e programação sempre imprevisível, alterava os ritmos da cidade, trazendo à tona tanto o encantamento mas por vezes alguma rusga. Ainda assim, o que o Mercado Almagre representava para seus frequentadores mais entusiastas era algo indiscutível. Ele era uma opção constante, uma agenda cultural viva e pulsante, que oferecia não apenas entretenimento, mas uma experiência de convivência única. E, no fundo, todos sabiam que ali, mais do que um mercadinho, estava uma poesia a céu aberto. Poesia que se faz com encontros e desencontros, com separações e uniões, com a arte da vida acontecendo a cada esquina. Era o Mercado Almagre: um espaço onde tudo podia acontecer, onde a cidade se transformava e o imaginário se ampliava. Fica aqui nosso singelo registro de todos os bons momentos e experiência vividas, e bem vividas, por uma tribo eclética e única que sabe que o que foi vivido ali ninguém apaga da memória. Viva o Almagre, viva as relações construídas, viva as novas fases e empreendimentos que surgiram e surgirão a partir desse estado de espírito que foi esse espaço!

R$ 339 mil: MP de Contas quer que prefeito na PB devolva verba gasta e não comprovada pela gestão

O Ministério Público de Contas, junto ao Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB), está cobrando a devolução do montante de R$ 339.657,00, referente a um gasto que teria sido direcionado para a compra de pneus e que não teria sido comprovado pela gestão. O processo junto ao TCE-PB, conforme conta o blog do Marcelo José, surgiu a partir de uma denúncia realizada por um vereador em desfavor do prefeito José Gervázio da Cruz, de Caturité, Município localizado na Região Metropolitana de Campina Grande, sobre gastos excessivos e não comprovados com combustível e pneus. “Versam os autos de denúncia apresentada pelo vereador do município de Caturité, Marcio Junior Cordeiro de Melo, contra a gestão do Sr. José Gervázio da Cruz, em razão de supostas irregularidades cometidas no exercício de 2022, em relação à aquisição de combustível. O denunciante alega gastos elevados no pagamento de empenhos para a compra de pneus destinados aos veículos do Município de Caturité, na vigência do exercício de 2022, 2023 e 2024”, diz o documento. O TCE-PB, após tomar ciência da denúncia, realizou uma Auditoria e constatou a ausência de comprovação de gastos com pneus, fato que fez com que o Ministério Público de Contas emitisse um parecer pela procedência da denúncia e pela necessidade de devolução dos recursos cujos gastos e que não foram comprovados. “Ante o exposto, em harmonia com o Órgão Técnico, opina este Representante do Ministério Público de Contas pela:a) CONHECIMENTO E PROCEDÊNCIA PARCIAL da denúncia concernente às irregularidades confirmadas pelo Órgão Auditor;b) APLICAÇÃO DE MULTA à autoridade responsável, Sr. José Gervázio da Cruz (Prefeito), nos termos do artigo 100, inciso II, da LOTCE/PB;c) IMPUTAÇÃO DE DÉBITO ao Prefeito Municipal, Sr. José Gervázio da Cruz, no valor de R$ R$ 339.657,00, referente às despesas realizadas com pagamentos ao credor AC COMÉRCIO DE PNEUS LTDA, sem apresentação dos respectivos documentos comprobatórios“, diz o processo.

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